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O homem cortês está certo de que o seu coração não será jamais uma ilha solitária. Francis Bacon

Cortês:Que tem ou denota cortesia; amável, delicado, gentil.

Amável:
De trato ameno; agradável.
Delicado:
Sensível, sutil.
Gentil:
Gracioso, delicado.
Civilidade:
Conjunto de formalidades observadas pelos cidadãos entre si em sinal de respeito mútuo e consideração.

Razões não faltam para se praticar a cortesia no cotidiano.

Prof. Mauro

terça-feira, 19 de março de 2013

Homilia do nosso Papa Francisco


19/03/2013

Leia a homilia do Papa Francisco na Missa de início do pontificado


O Papa Francisco celebrou, nesta terça-feira, dia 19, a Missa que marcou o início de seu pontificado. Leia abaixo a íntegra do texto da homilia lida pelo Papa, originalmente em italiano, durante a missa:

"Queridos irmãos e irmãs!
 
Agradeço ao Senhor por poder celebrar esta Santa Missa de início do ministério petrino na solenidade de São José, esposo da Virgem Maria e patrono da Igreja universal: é uma coincidência densa de significado e é também o onomástico do meu venerado Predecessor: acompanhamo-lo com a oração, cheia de estima e gratidão.
 
Saúdo, com afeto, os Irmãos Cardeais e Bispos, os sacerdotes, os diáconos, os religiosos e as religiosas e todos os fiéis leigos. Agradeço, pela sua presença, aos Representantes das outras Igrejas e Comunidades eclesiais, bem como aos representantes da comunidade judaica e de outras comunidades religiosas. Dirijo a minha cordial saudação aos Chefes de Estado e de Governo, às Delegações oficiais de tantos países do mundo e ao Corpo Diplomático.
 
Ouvimos ler, no Evangelho, que "José fez como lhe ordenou o anjo do Senhor e recebeu sua esposa" (Mt 1, 24). Nestas palavras, encerra-se já a missão que Deus confia a José: ser  guardião. Guardião de quem? De Maria e de Jesus, mas é uma guarda que depois se alarga à Igreja, como sublinhou o Beato João Paulo II: "São José, assim como cuidou com amor de Maria e se dedicou com empenho jubiloso à educação de Jesus Cristo, assim também guarda e protege o seu Corpo místico, a Igreja, da qual a Virgem Santíssima é figura e modelo" (Exort. ap. Redemptoris Custos, 1).
 
Como realiza José esta guarda? Com discrição, com humildade, no silêncio, mas com uma presença constante e uma fidelidade total, mesmo quando não consegue entender. Desde o casamento com Maria até ao episódio de Jesus, aos doze anos, no templo de Jerusalém, acompanha com solicitude e amor cada momento. Permanece ao lado de Maria, sua esposa, tanto nos momentos serenos como nos momentos difíceis da vida, na ida a Belém para o recenseamento e nas horas ansiosas e felizes do parto; no momento dramático da fuga para o Egito e na busca preocupada do filho no templo; e depois na vida quotidiana da casa de Nazaré, na carpintaria onde ensinou o ofício a Jesus.

Como vive José a sua vocação de guardião de Maria, de Jesus, da Igreja? Numa constante atenção a Deus, aberto aos seus sinais, disponível mais ao projeco d'Ele que ao seu. E isto mesmo é o que Deus pede a David, como ouvimos na primeira Leitura: Deus não deseja uma casa construída pelo homem, mas quer a fidelidade à sua Palavra, ao seu desígnio; e é o próprio Deus que constrói a casa, mas de pedras vivas marcadas pelo seu Espírito. E José é "guardião", porque sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela sua vontade e, por isso mesmo, se mostra ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos, está atento àquilo que o rodeia, e toma as decisões mais sensatas. Nele, queridos amigos, vemos como se responde à vocação de Deus: com disponibilidade e prontidão; mas vemos também qual é o centro da vocação cristã: Cristo. Guardemos Cristo na nossa vida, para guardar os outros, para guardar a criação!
 
Entretanto, a vocação de guardião não diz respeito apenas a nós, cristãos, mas tem uma dimensão antecedente, que é simplesmente humana e diz respeito a todos: é a de guardar a criação inteira, a beleza da criação, como se diz no livro de Génesis e nos mostrou São Francisco de Assis: é ter respeito por toda a criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos. É guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas elas e cada uma, especialmente das crianças, dos idosos, daqueles que são mais frágeis e que muitas vezes estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente, depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais. É viver com sinceridade as amizades, que são um mútuo guardar-se na intimidade, no respeito e no bem. Fundamentalmente tudo está confiado à guarda do homem, e é uma responsabilidade que nos diz respeito a todos. Sede guardiões dos dons de Deus!
 
E quando o homem falha nesta responsabilidade, quando não cuidamos da criação e dos irmãos, então encontra lugar a destruição e o coração fica ressequido. Infelizmente, em cada época da história, existem "Herodes" que tramam desígnios de morte, destroem e deturpam o rosto do homem e da mulher.
 
Queria pedir, por favor, a quantos ocupam cargos de responsabilidade em âmbito económico, político ou social, a todos os homens e mulheres de boa vontade: sejamos "guardiães" da criação, do desígnio de Deus inscrito na natureza, guardiões do outro, do ambiente; não deixemos que sinais de destruição e morte acompanhem o caminho deste nosso mundo! Mas, para "guardar", devemos também cuidar de nós mesmos. Lembremo-nos de que o ódio, a inveja, o orgulho sujam a vida; então guardar quer dizer vigiar sobre os nossos sentimentos, o nosso coração, porque é dele que saem as boas intenções e as más: aquelas que edificam e as que destroem. Não devemos ter medo de bondade, ou mesmo de ternura.
 
A propósito, deixai-me acrescentar mais uma observação: cuidar, guardar requer bondade, requer ser praticado com ternura. Nos Evangelhos, São José aparece como um homem forte, corajoso, trabalhador, mas, no seu íntimo, sobressai uma grande ternura, que não é a virtude dos fracos, antes pelo contrário denota fortaleza de ânimo e capacidade de solicitude, de compaixão, de verdadeira abertura ao outro, de amor. Não devemos ter medo da bondade, da ternura!
 
Hoje, juntamente com a festa de São José, celebramos o início do ministério do novo Bispo de Roma, Sucessor de Pedro, que inclui também um poder. É certo que Jesus Cristo deu um poder a Pedro, mas de que poder se trata? À tríplice pergunta de Jesus a Pedro sobre o amor, segue-se o tríplice convite: apascenta os meus cordeiros, apascenta as minhas ovelhas. Não esqueçamos jamais que o verdadeiro poder é o serviço, e que o próprio Papa, para exercer o poder, deve entrar sempre mais naquele serviço que tem o seu vértice luminoso na Cruz; deve olhar para o serviço humilde, concreto, rico de fé, de São José e, como ele, abrir os braços para guardar todo o Povo de Deus e acolher, com afecto e ternura, a humanidade inteira, especialmente os mais pobres, os mais fracos, os mais pequeninos, aqueles que Mateus descreve no Juízo final sobre a caridade: quem tem fome, sede, é estrangeiro, está nu, doente, na prisão (cf. Mt 25, 31-46). Apenas aqueles que servem com amor capaz de proteger.
 
Na segunda Leitura, São Paulo fala de Abraão, que acreditou «com uma esperança, para além do que se podia esperar» (Rm 4, 18). Com uma esperança, para além do que se podia esperar! Também hoje, perante tantos pedaços de céu cinzento, há necessidade de ver a luz da esperança e de darmos nós mesmos esperança. Guardar a criação, cada homem e cada mulher, com um olhar de ternura e amor, é abrir o horizonte da esperança, é abrir um rasgo de luz no meio de tantas nuvens, é levar o calor da esperança! E, para o crente, para nós cristãos, como Abraão, como São José, a esperança que levamos tem o horizonte de Deus que nos foi aberto em Cristo, está fundada sobre a rocha que é Deus.
 
Guardar Jesus com Maria, guardar a criação inteira, guardar toda a pessoa, especialmente a mais pobre, guardarmo-nos a nós mesmos: eis um serviço que o Bispo de Roma está chamado a cumprir, mas para o qual todos nós estamos chamados, fazendo resplandecer a estrela da esperança: Guardemos com amor aquilo que Deus nos deu!
 
Peço a intercessão da Virgem Maria, de São José, de São Pedro e São Paulo, de São Francisco, para que o Espírito Santo acompanhe o meu ministério, e, a todos vós, digo: rezai por mim! Amém."

Queridos alunos e seguidores... Vamos todos participar da Missa da Unidade no Mineirinho no dia 28/03/2013.


http://www.arquidiocesebh.org.br/site/noticias.php?id_noticia=4969

Jovens no domingo de Ramos tem evento para a Juventude na Praça do Papa . Vamos todos participar!!!


Jornada Arquidiocesana da Juventude: 24 de março


A Jornada Arquidiocesana da Juventude, evento que integra a programação da Semana Santa na Arquidiocese de Belo Horizonte, será realizada na Praça do Papa, no bairro Mangabeiras. Durante o evento, que reúne milhares de jovens no Domingo de Ramos, o arcebispo dom Walmor Oliveira de Azevedo presidirá Celebração Eucarística.
Também serão realizadas apresentações artísticas. Neste ano, o Domingo de Ramos será celebrado no dia 24 de março.

Programação 


14h - Concentração e acolhida
14h30 - Show com a Banda Sinal da Paz
15h30 - Missa presidida pelo arcebispo dom Walmor Oliveira de Azevedo
17h - Apresentação musical e  flashmob gravado pelos jovens da Arquidiocese.


BLOG DA JAJ (JORNADA ARQUIDIOCESANA DA JUVENTUDE)

http://jajbh.blogspot.com.br/

CONCURSO HINO DA CF 2014

CONCURSO HINO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014

CONCURSO HINO DA CF 2014 http://www.cnbb.org.br/site/images/stories/Concurso_hino_da_cf_20142012.pdf




CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL
Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia
Música Litúrgica
SE/Sul - Q. 801 - Conj. “B” - CEP 70401-900 - Caixa Postal 02067 - CEP 70259-970 - Brasília-DF - Brasil - Fone: (61) 313-8300 - Fax: (61) 313-8303
E-mail: musica@cnbb.org.br — Site: www.cnbb.org.br
CONCURSO PARA O HINO DA
CAMPANHA DA FRATERNIDADE - 2014
Brasília, 13 de dezembro de 2012
ML-C-Nº1074/12
Prezado(a) compositor(a)!
Com alegria e expectativa, a CNBB está lançando o Concurso para o Hino da Campanha
da Fraternidade de 2014. Por decisão dos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral
(CONSEP), o concurso será realizado em um único edital, letra e música, simultaneamente,
podendo haver parceria de letristas e músicos.
Tema e lema da CF de 2014
Tema: FRATERNIDADE E TRÁFICO HUMANO
Lema: “É PARA A LIBERDADE QUE CRISTO NOS LIBERTOU!” (Gl 5,1)
1. Características da letra do hino
• Que traduza em linguagem poética os conteúdos do tema, lema, objetivos e demais indicativos de
reflexão (conferir ANEXOS II e III);
• Que tenha uma profunda linguagem poética, evitando explicitações desnecessárias, moralismos ou
chavões;
• Que apresente um caráter convocativo: Os fiéis serão convocados para a adesão ao que se propõe a
Campanha da Fraternidade. É Deus quem convoca sua Igreja, seu povo, para este engajamento
concreto da fé;
• Um embasamento bíblico: A referência bíblica é fundamental, pois ela orienta a vida e a história do
povo, e confere sólidos fundamentos para o texto poético;
• A coerência entre fé e vida: Contemplar a unidade fundamental entre fé e vida, evitando intimismos
ou sentimentalismos exagerados;
• A esperança de um mundo novo, “um novo céu e uma nova terra...” (cf. Ap 21, 1-7). A força do
texto deverá reavivar a esperança, a criatividade, o compromisso cristão. Uma mensagem que
ajudará o povo de Deus a pôr-se em marcha;
• Tenha em todas as estrofes o mesmo número de sílabas e de acentos, ou seja, uma métrica regular e
fluente;
• Tenha alguma forma de rima, embora possam ser usados versos livres. Contudo, a rima, quando bem
utilizada, facilita a execução e a memorização do canto.

2. Características da música
• Caráter vibrante, vigoroso, e convocativo. Este caráter tem a ver com o ressoar de
“trombetas e clarins” (cf. Sl 47, 6; 98, 5-6);
• Melodia e ritmo fluentes, acessíveis a qualquer tipo de assembléia;
• Força melódica e rítmica eficazes para a dinamização das potencialidades individuais e
grupais;
• Realce bem o sentido da letra. Antes de pensar na composição, o(a) autor(a) deverá estudar
bem a letra e observar os acentos tônicos (fortes) das palavras para que haja uma
correspondência natural com os tempos fortes da melodia. Quando as sílabas não acentuadas
(átonas) coincidem com os tempos fortes de cada compasso, a palavra fica deformada (por
exemplo: terrá, horá, vamós...);
• Seja fluente, simples, porém, bela. A tessitura média das notas musicais deve-se acomodar
entre o “dó 3” (dó central do piano ou órgão) e o “dó 4” (uma oitava acima);
• Tenha pausas de respiração suficientes e nos momentos certos. É bom que haja uma breve
respiração no final de cada frase do texto;
• Seja construída a partir da escala diatônica. Sejam evitados cromatismos exagerados
(semitons sucessivos) e intervalos de difícil entoação;
• Seja artística, fugindo dos “chavões e clichês” já conhecidos e por demais gastos;
• Tenha características da genuína música brasileira (por exemplo, da etnomúsica religiosa).
3. Apresentação da composição
• Esteja escrita em pauta, com a indicação dos acordes (cifras) para o acompanhamento
instrumental. As melodias que não vierem anotadas na pauta, automaticamente, não serão
submetidas ao concurso.
• Esteja gravada em CD, com ou sem acompanhamento instrumental.
4. Prazo
As composições sejam enviadas à CNBB até o dia 29 de abril de 2013, trazendo apenas o
pseudônimo (nome de fantasia) do(a) autor(a), no remetente. Dentro da correspondência, num
envelope fechado, estejam o nome verdadeiro do(a) compositor(a), junto com o termo de Cessão de
Direitos Autorais (Cf. ANEXO I), preenchido e assinado, para o seguinte endereço:
CNBB (Setor Música Litúrgica)
SE/Sul, Q. 801, Conj. “B”
70200-014 - BRASÍLIA - DF
Um Bom trabalho!
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Secretário Geral da CNBB
Pe. Luiz Carlos Dias
Secretário Executivo da CF
Pe. José Carlos Sala
Assessor da CNBB para a Música Litúrgica


quarta-feira, 13 de março de 2013

HABEMUS PAPA FRANCISCO

http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/renuncia-do-papa/novo-papa-da-igreja-catolica-e-cardeal-argentino

terça-feira, 12 de março de 2013

Vamos todos assinar A TURMA. REVISTA da nossa Arquidiocese de Belo Horizonte. Basta entrar no site

Revista A TURMA

Tudo sobre o Conclave 2013... Basta clicar e abrir o site G1 com todas as informações

Conclave 2013

Texto o Urso da Meia Lua_ Clarissa Pinkola Estés


O urso da meia lua - Clarissa Pinkola Estés



    Numa linda floresta de pinheiros, morava uma camponesa com seu marido. Um dia seu marido precisou ir para a guerra, onde lutou por muitos anos. Quando afinal foi liberado, voltou para casa com o pior dos humores. Recusou – se a entrar em casa porque havia acostumado a dormir nas pedras.
     Ao tomar conhecimento das voltas de seu marido a jovem mulher, ficou muito feliz, porque o amava muito. Fez compras, preparou pratos saborosos, tigelas e tigelas de queijo branco de sopa, peixes, algas, arroz salpicado de camarões frios, grandes, alaranjados.
    Com um tímido sorriso levou os alimentos até o bosque e ajoelhando – se ao lado do marido esgotado pela guerra ofereceu – lhe a refeição que havia preparado. Ele se pôs em pé e chutou as travessas de modo que o queijo de soja caiu, os peixes saltaram no ar, as algas e o arroz caíram na terra e os grandes camarões alaranjados rolaram pelo caminho abaixo.
    Desesperada foi procurar a gruta da curandeira que morava fora da aldeia.
    Meu marido foi para a guerra e está com grave problema, preciso que a senhora me ajude, fazendo uma poção mágica para ele voltar a ser gentil e carinhoso comigo.
    Para poder ajuda – lá vou precisar que a senhora suba a montanha, encontre o urso negro e me traga um único pelo branco da meia - lua que ele tem no pescoço.
    Outra mulher havia desistido, mas ela não, pois era forte e amava seu marido.
    Preparou uma cesta de alimentos e subiu a montanha à procura do urso, lutou muito para vencer as dificuldades da subida à montanha, mas não desistiu, pois era uma mulher que amava.
    Ao chegar lá no alto abrigou – se numa caverna rasa e mal conseguiu lugar para seu corpo inteiro.
    Ao amanhecer, saiu da caverna e foi procurar o urso, mas não precisou procurar muito, pois viu suas pegadas na neve.
    Encontrando – o, começou a colocar alimento todos os dias na abertura da caverna onde o urso costumava dormir, e assim, o urso sentia cheiro de comida saia da toca rugindo tão alto que pequenas pedras deslocaram – se de seu lugar, também sentia cheiro de gente, mas comia a comida e voltava para a toca.
    Pacienciosamente a mulher alimentou o urso durante várias noites, até que sentiu coragem para ficar perto da toca. Pôs a comida na tigela e ficou perto da toca junto à abertura. Quando o urso saiu e viu um par de pequenos pés humanos ao lado da comida virou a cabeça de lado e rugiu tão alto que fez os ossos do corpo da mulher zumbirem.
    Ela tremeu, mas não recuou. Apavorada a mulher falou: __ Querido urso, por favor, vim toda essa distância em busca, de cura para o meu marido e alimentei – o todas as noites, será que eu poderia ficar com um pêlo branco da sua meia lua do seu pescoço? O urso parou, pensou e ficou com pena da mulher. É verdade disse o urso da meia lua, você foi boa para mim, pode ficar com um dos meus pêlos, mas arranque – o rápido vá embora e volte para sua gente. O urso ergueu seu enorme focinho para que aparecesse a meia – lua branca do seu pescoço, e a mulher viu até a forte pulsação do seu coração. Pôs uma das mãos no pescoço do urso, e com a outra segurou no pescoço do urso, e com a outra segurou um único pêlo branco e lustroso. Arrancou – o rapidamente, agradeceu o urso, e saiu correndo. Tropeçou, rolou montanha abaixo até chegar na cabana da curandeira, onde sentada, estava cuidando do fogo.
    Olhe! Olhe! Consegui, encontrei, conquistei um pelo branco do urso, gritou a jovem mulher.
    A curandeira observou a mulher, pegou o pêlo de um branco puríssimo e segurou perto da luz. De repente, ela se voltou e lançou o pêlo no fogo, onde estalou, pipocou e se consumiu numa bela chama laranja.
    - Não, gritou a mulher __ O que a senhora fez.
    - Fique calma. Está tudo bem, tudo certo, disse a curandeira.
    - Você se lembra de cada passo que deu para escalar a montanha? Você se lembra de cada passo que deu para conquistar a confiança do urso da meia – lua. Você se lembra do que viu, do que ouviu e do que sentiu?
    - Lembro – me disse a mulher.
    - Então, minha filha __ disse a velha curandeira, com um sorriso meigo – volte para casa com seus novos conhecimentos e proceda da mesma forma com seu marido. Conquiste tudo aquilo que desejar!

sexta-feira, 8 de março de 2013

Nota da CNBB pelo Dia Internacional da Mulher


Nota da CNBB pelo Dia Internacional da Mulher

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presidencia.4No final da reunião do Conselho Permanente da CNBB, nesta tarde de 7 de março, os bispos divulgaram uma Nota Oficial da Conferência, assinada pela Presidência, na qual saudam e agradecem as mulheres em sua data mundial.
Veja a Nota:

NOTA DA CNBB PELO DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunidos em Brasília-DF, de 05 a 07 de março, queremos homenagear todas as mulheres por ocasião do Dia Internacional da Mulher – 8 de março. Neste dia, em particular, “a Igreja agradece todas as manifestações do ‘gênio’ feminino surgidas no curso da história, no meio de todos os povos e Nações; agradece todos os carismas que o Espírito Santo concede às mulheres na história do Povo de Deus, todas as vitórias que deve à sua fé, esperança e caridade; agradece todos os frutos de santidade feminina” (Beato João Paulo II, A Dignidade da Mulher, n. 31)
Saudamos e agradecemos, de modo especial, às mulheres que, por sua vocação, missão e empenho na superação de todo tipo de violência, possibilitam a construção de uma cultura de paz no ambiente familiar e social. Reconhecemos que, “face a inúmeras situações de violência e tragédias, são quase sempre as mulheres que mantêm intacta a dignidade humana, defendem a família e tutelam os valores culturais e religiosos” e apontam sinais de esperança, como falou Bento XVI (Angola, 2009).
Ao mesmo tempo, lamentamos que ainda persistam situações em que a mulher seja discriminada ou subestimada por ser mulher. A Igreja, por sua missão, une-se a todas as pessoas de boa vontade para eliminar as pressões familiares e os argumentos sociais, culturais e até mesmo religiosos, que usam a diferença dos sexos para justificar atos de violência contra a mulher, tornando-a objeto de atrocidades e de exploração.
Alegra a todos nós e à sociedade constatar que, cada dia mais, cresce a consciência da dignidade e do papel da mulher, que fortalece seu protagonismo marcante e significativo na vida política, social, econômica, cultural e religiosa da sociedade brasileira.
Merecem, ainda, nosso reconhecimento e gratidão, a dinâmica presença e a atuação das mulheres na vida e na ação evangelizadora da Igreja, expressa pela sua vocação vivida no exercício dos vários ministérios, organismos, pastorais e serviços na construção do Reino de Deus no hoje de nossa história.
Desejamos que, no cuidado da vida e no exercício da caridade e da cidadania, as mulheres continuem sendo testemunho de perseverança nos caminhos que conduzem à justiça e à paz.
Nossa Senhora Aparecida, Mãe de Jesus e nossa, modelo de mulher, mãe, esposa e trabalhadora, ilumine e proteja as mulheres de nosso país.

Brasília-DF, 07 de março de 2013

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Presidente da CNBB em exercício  

Dom Sergio Arthur Braschi
Bispo de Ponta Grossa - PR
Vice-Presidente da CNBB em exercício

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

terça-feira, 5 de março de 2013

Minha singela homenagem a todas as mulheres


Mensagem para o Dia das Mulheres       08/03/2013

Não basta ser mãe, tem que ser mulher;
Não basta ser esposa, tem que ser mulher;
Não basta ser delicada, tem que ser mulher;
Não basta usar batom, tem que ser mulher;
Não basta ser presidenta, tem que ser mulher;
Não basta ser mais dócil no trato, tem que ser mulher;
E como se não bastasse tudo isso a sociedade ainda não reconhece o valor que se deve dar a elas.
Não basta, não basta, não basta... Chega basta! Agora é que são elas!!!  
Feliz dia das MULHERES, parabéns a todas as mulheres anônimas guerreiras que chegam ao século XXI, como o século das mulheres.

Autor: Mauro Ramos

segunda-feira, 4 de março de 2013

Objetos Litúrgicos Católicos


Objetos litúrgicos católicos

Altar: Mesa onde se realiza a ceia Eucarística; ela representa o próprio Jesus na Liturgia.
Cálice: Taça onde se coloca o vinho que vai ser consagrado.
Patena: Prato onde é colocada a Hóstia Grande que será consagrada e apresentada aos fiéis. Acompanha o estilo do cálice, pois é complemento.
Corporal: Pano quadrangular de linho com uma cruz no centro; sobre ele é colocado o cálice, a patena e a âmbula para a consagração.
Pala: Cobertura quadrangular para o cálice.
Galhetas: Recipientes onde se coloca a água e o vinho para serem usados na Celebração Eucarística.
Crucifixo: Fica sobre o altar ou acima dele, lembra a Ceia do Senhor é inseparável do seu Sacrifício Redentor.
Lecionário: Livros que contém as leituras da Missa. Lecionário ferial (leituras da semana); lecionário santoral (leitura dos santos), lecionário dominical (leituras do Domingo).
Manustérgio: Toalha usada para purificar as mãos antes, durante e depois do ato litúrgico.
Missal: Livro que contém o ritual da missa, menos as leituras.
Ostensório ou Custódia: Objeto utilizado para expor o Santíssimo, ou para levá-lo em procissão.
Teca: Pequeno recipiente onde se leva a comunhão para pessoas impossibilitadas de ir a missa.
Ambão: Estante onde é proclamada a Palavra de Deus. Simboliza o sepulcro vazio de Cristo, de onde parte a Boa-nova da Ressurreição.
Incenso: Resina de aroma suave. Produz uma fumaça que sobe aos céus, simbolizando as nossas preces e orações à Deus.
Naveta: Objeto utilizado para se colocar o incenso, antes de queimá-lo no turíbulo.
Turíbulo: Recipiente de metal usado para queimar o incenso.
Alfaias: Designam todos os objetos utilizados no culto, como por exemplo, os paramentos litúrgicos.
Aliança: Anel utilizado pelos noivos para significar seu compromisso de amor selado no matrimônio.
Andor: Suporte de madeira, enfeitado com flores. Utilizados para levar as imagens dos santos nas procissões.
Aspersório: Utilizado para aspergir o povo com água-benta. Também conhecido pelos nomes de aspergil ou asperges.
Bacia: Usada com o jarro para as purificações litúrgicas.
Báculo: Bastão utilizado pelos bispos. Significa que ele representa os apóstolos pastores.
Batistério: O mesmo que pia batismal. É onde acontecem os batismos.
Bursa ou bolsa: Bolsa quadrangular para colocar o corporal.
Caldeirinha: Vasilha de água-benta.
Campainha: Sininhos tocados pelo acólito(ou coroinha) no momento da consagração.
Castiçais: Suportes para as velas.
Sédia: Cadeira no centro do presbitério, usada pelo celebrante, que manifesta a função de presidir o culto. Também denominada de cátedra
Círio Pascal: Uma vela grande onde se pode ler ALFA e ÔMEGA (Cristo: começo e fim) e o ano em curso. Tem grãos de incenso que representam as cinco chagas de Cristo. Usado na Vigília Pascal, durante o Tempo Pascal, e durante o ano nos batismos. Simboliza o Cristo, luz do mundo.
Âmbula: recipiente onde se guarda o Corpo de Cristo.
Colherzinha: Usada para colocar a gota de água no vinho e para colocar o incenso no turíbulo.
Conopeu: Cortina colocada na frente do sacrário.
Credência: Mesinha ao lado do altar, utilizada para colocar os objetos do culto.
Cruz Processional: Cruz com um cabo maior utilizada nas procissões.
Cruz Peitoral: Crucifixo dos bispos.
Esculturas ou imagens: Existem nas Igrejas desde os primeiros séculos. Sua única finalidade litúrgica é ajudar a mergulhar nos mistérios da vida de Cristo. O mesmo se pode dizer com relação às pinturas.
Genuflexório: Faz parte dos bancos da Igreja. Sua única finalidade é ajudar o povo na hora de ajoelhar-se.
Partícula: Pão Eucarístico.
Hóstia Magna: É utilizada pelo celebrante. A palavra significa "vítima que será sacrificada". É maior apenas por uma questão de prática. Para que todos possam vê-la na hora da elevação, após a consagração.
Jarro: Usado durante a purificação.
Lamparina: É a lâmpada do Santíssimo.
Lavatório: Pia da Sacristia. Nela há toalha e sabonete para que o sacerdote possa lavar as mãos antes e depois da celebração.
Livros Litúrgicos: Todos os livros que auxiliam na liturgia: lecionário, missal, rituais, pontifical, gradual, antifonal.
Luneta: Objeto em forma de meia-lua utilizado para fixar a hóstia grande dentro do ostensório.
Matraca: Instrumento do madeira que produz um barulho surdo. Substitui os sinos durante a semana santa.
Piscina: antigo nome da pia da sacristia.
Píxide: O mesmo que cibório.
Pratinho: Recipiente que sustenta as galhetas.
Sanguíneo: pano retangular que srve para a purificação dos vasos sagrados (cálice, patena e âmbulas).
Relicário: Onde são guardados as relíquias dos santos.
Sacrário: Caixa onde é guardada a Eucaristia após a celebração. Também é conhecida como TABERNÁCULO.
Santa Reserva: Eucaristia guardada no Sacrário.
Tabernáculo: O mesmo que Sacrário.
Véu do Cálice: Pano utilizado para cobrir o cálice.

Estamos na Quaresma, preparando nossa vida e nosso coração para a Páscoa.


Celebração da Páscoa na Escola

Celebração da Partilha: A vida Triunfou!!!

Celebrante: Esta celebração quer expressar nossa alegria pela ressurreição do Senhor Jesus. Jesus Ressuscitado é a garantia de que a morte já não mata; a vida prevalece definitivamente sobre qualquer projeto ou forma de morte.

Canto: Jesus está aqui, aleluia. Tão certo como ar que eu respiro, aleluia. tão certo como o amanhã que se levanta. Tão certo como eu te falo e posso ouvir.

Celebrante: Mas o que é Pascoa? Convidados alguns alunos para explicar o que eles pensam ser a Páscoa.

Aluno 1: Páscoa é passagem...
Aluno 2: Do botão que transforma em flor. ( ilustrar com os objetos)
Aluno 3: Da fruta verde para a fruta madura e doce.
Aluno 4: Da escuridão para a Luz
Aluno 5: Do Pecado para a conversão
Aluno 6: Da morte para vida

Celebrante: Convidamos o aluno(a) ... para também nos esclarecer melhor o que é a Festa da  Páscoa

Festa da Páscoa

A festa da Páscoa é a festa da ressurreição de Jesus.
Celebrar a Páscoa, significa celebrar a "Vida".

Celebrar a Páscoa é deixar morrer tudo que há de "menor" em nós (os defeitos, as incompreensões, a falta de amor...)e deixar "ressurgir, ressuscitar" tudo que temos de bom, de grandioso em nós.

É deixar o Cristo viver em nós.

Celebramos a Páscoa, meu amigo, minha amiga, meu irmão, minha irmã!

Comecemos agora a cultivar o amor de Cristo e a alegria invadirá nossos corações.

Comecemos agora a aceitar o nosso semelhante, cultivemos a compreensão, a confiança, e nos sentiremos melhor.

Comecemos a crer no outro, e sermos bondosos e pacientes, humildes e diligentes.

Comecemos agora a perdoar de coração,e a ter coragem de também, pedir perdão!

Comecemos agora a nos alegrarmos com a verdade, a desculpar (as imperfeições), a crer, a realizar dias melhores, e promover a paz.

Comecemos agora, juntos, a "vivermos" a ressurreição do Cristo que nos faz "família".

É Páscoa, todo dia , quando somos capazes de olharmos para os lados, ver em todos que nos cercam um "irmão", filhos do mesmo Pai.

Feliz Páscoa!!!


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Acessem esse site para ver Belo Horizonte em um tour em 360˚ criado pelo governo brasileiro para apresentar o país para todos os visitantes.

http://www.braziltour360.com/pt/index.html#belohorizonte

Terço dos jovens na praça do Papa

Juventude do Papa! 

O Evento será realizado hoje, quinta-feira, dia 28/02, às 20 horas na Praça do Papa.

Não se esqueçam de levar velas, cartazes com mensagens de agradecimento e despedida do Papa Bento XVI!

Homenagem dos jovens belorizontinos ao Papa Bento XVI pelos relevantes trabalhos no pastoreio de nossa Amada Igreja... 

Urgências educativas


22/02/2013 - Notícias

Urgências educativas


Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Os cenários socioculturais, religiosos e políticos indicam permanentemente que é preciso reconhecer as urgências educativas como prioridades, para fazer diferença nas dinâmicas, funcionamentos e nas respostas de demandas inadiáveis. Estas respostas estratégicas e urgentes para o alcance de um novo cenário na infraestrutura e, particularmente, nas relações sociais e políticas, dependem de uma cultura com força de inspiração.
Princípios estratégicos e a inteligência da gestão não são suficientes para configurar o quadro novo que a sociedade brasileira, em se considerando o contexto socioeconômico propício, precisa – e sem mais adiamentos. Quando se analisa, por exemplo, a falta de mão de obra qualificada, torna-se mais visível o grande desafio que exige investimentos, formação técnica e articulações para inserir a população no contexto das dinâmicas e oportunidades de trabalho qualificado.
Mas também não bastam os investimentos na formação técnica de profissionais. Ao se pensar num horizonte de intocável respeito à cidadania de todos, é preciso avançar na infraestrutura global, que abrange moradia, transporte, saúde, entre outros setores. A sociedade não vai avançar, na velocidade esperada e exigida, no ritmo das mudanças e das demandas que surgem neste terceiro milênio, se não for reconhecido o permanente desafio de empreender uma grande obra educativa e cultural.
Nesse caminho, é preciso ir além das dinâmicas político-partidárias que, sozinhas, não garantem o avanço da sociedade, sobretudo no que se refere ao exercício da cidadania e necessidades da população. Com muita frequência, a exaltação partidária é uma atividade improdutiva e ultrapassada, particularmente quando se restringe a uma “ladainha”, com exaltação de feitos e de figuras. No mundo contemporâneo, não cabe mais esse tipo de prática. Basta pensar, por exemplo, o nível de socialização, participação e abordagem que o mundo digital proporciona, gerando uma cultura diferente, que dilui concepções piramidais de funcionamento nas relações políticas e sociais. E quando há um coro dos que insistem em permanecer nos velhos funcionamentos, as entidades e instâncias que abrigam esses atores caem no descrédito.
É importante consultar os índices de credibilidade de instituições, pois são indicadores para a reflexão sobre o conjunto de procedimentos que incluem a consideração da fidelidade aos princípios éticos, dinâmicas de funcionamento, atendimento com serviço qualificado e proximidade com o povo a partir de um diálogo corajoso. Discursos em eventos e efeitos produzidos apenas pela força da mídia não são suficientes para se colaborar na construção de um processo educativo e cultural necessário. Se o teor desta análise parece complexo, a referência é diretamente vinculada aos funcionamentos de uma sociedade que está exigindo da classe política maior coerência e competência, para ações mais rápidas e qualificadas.
Exigência que expõe, particularmente, o desafio de se alcançar mecanismos inteligentes de burocracias governamentais, também responsáveis pelos atrasos no desenvolvimento da sociedade. Um aspecto a se analisar, por exemplo, é o absurdo das demoras nos investimentos nas estradas. A morosidade alimenta o processo vergonhoso que produz um número de mortes equivalente ao de guerras.
A grande obra educativa e cultural, indispensável para avançarmos, supõe a participação de todos, investimentos acertados, empenho responsável de cada um. Sua influência determinante a faz ser, sempre, o ponto de partida, em tudo e para tudo, na compreensão de que é necessário deixar-nos guiar por uma imagem integral da pessoa, respeitando todas as dimensões do seu ser e subordinando as necessidades materiais àquelas espirituais e interiores. Uma obra educativa e cultural só é inesgotável quando assentada sobre valores morais e espirituais.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte
 

    terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

    Oração Inicial CAEC


    SÉTIMO ENCONTRO DAS ESCOLAS CATÓLICAS DE BH - CAEC
    23 de fevereiro de 2013


    Invocação ao Espírito Santo

    Vem Espírito Santo vem!
    Vem iluminar. (2x)

    Nossa Igreja vem,
    Iluminar.
    O nosso Papa vem,
    Iluminar.
    Nossas escolas vem,
    Iluminar.
    Os educadores vem,
    Iluminar.


    Vem Espírito Santo vem!
    Vem iluminar. (2x)

    Nossas famílias vem,
    Iluminar.
    Nossos jovens vem,
    Iluminar.
    Nossos trabalhos vem,
    Iluminar.
    Nossos projetos vem,
    Iluminar.

    Vem Espírito Santo vem!
    Vem iluminar. (2x)


    Evangelho do dia - Mt 5,43-48

    Naquele tempo Jesus disse aos seus discípulos:
    "Vocês ouviram o que foi dito: 'Ame o seu próximo e odeie o seu inimigo'. Mas eu digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem, para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos céus. Porque ele faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos. Se vocês amarem aqueles que os amam, que recompensa vocês receberão? Até os publicanos fazem isso! E, se saudarem apenas os seus irmãos, o que estarão fazendo de mais? Até os pagãos fazem isso! Portanto, sejam perfeitos como perfeito é o Pai celestial de vocês.
    Palavra da Salvação!

    Glória a Vós, Senhor!


    Bênção Final
    - O Senhor nos abençoe, nos guarde e nos proteja! De todo mal Ele nos livre e nos conceda a sua paz! Que Ele volte para nós o seu rosto misericordioso e nos conduza a vida eterna, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

    terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

    Texto do prof. Eduardo Machado sobre a renúncia do nosso Pontífice

    Solidão em praça pública


    A frase não é novidade: “o poder é solitário”. Eu acrescento: quanto mais poder mais solidão. E o poder absoluto, então, conduz à solidão absoluta. Talvez por isso Deus, por ser amor, mais que poder, quis ser três, para não ser solidão. É o sentimento que me vêm ao coração diante da notícia da renúncia de Bento XVI.
    A mídia, pega no pulo (de carnaval) rapidamente nos abasteceu de algumas informações e muita especulação. Sabemos, agora, que a renúncia papal é acontecimento raro na vida da Igreja, que a última foi há 600 anos. Sabemos como vai ser o conclave para a eleição do novo papa, quem vai participar e até os favoritos para vencer.
    Especula-se sobre as razões de Bento XVI. O comunicado lido por ele numa reunião com bispos é sucinto:

    "Caríssimos irmãos,

    Convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando.
    Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.
    Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração, vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus.
    Vaticano, 10 de Fevereiro de 2013.
    BENEDICTUS PP XVI".

    Tento rezar, para além das palavras que sublinhei, do cargo e dos títulos, os sentimentos de Joseph Ratzinger.
    Revejo a história do jovem que em meio ao terror nazista que assolava a sua Alemanha, escolheu ser padre. Num país vizinho, que seria um dos maiores alvos de Hitler e seus asseclas, a Polônia, outro jovem, Karol Wojtyla, na mesma época, fazia o mesmo caminho.
    Anos mais tarde a vida dos dois, que o horror da guerra poderia ter transformado em inimigos, em carrasco e vítima, se entrelaçaria de forma definitiva. O jovem polaco se viu papa e transformou o alemão em um de seus mais destacados assessores. Morto João Paulo II, o cardeal Ratzinger o sucede no trono de Pedro. Ambos experimentam imensa solidão...
    Penso comigo; para além do que me informa a mídia, o que sei de Joseph Ratzinger? Conversei com amigos que o conheceram pessoalmente, antes mesmo de ser bispo. Falaram-me de um homem decente, um intelectual respeitado, um servo dedicado à sua Igreja. Culto, gentil, educado, tímido, mas firme em suas ideias e convicções. De repente, seu nome está associado a crimes hediondos; teria sido nazista, acobertou padres pedófilos, puniu pensadores que queriam mais abertura na Igreja. Na geleia geral midiática, não se sabe em que labirinto da mentira pode haver uma fresta para se enxergar vislumbres de verdade.
    Mas imagino que, ao redor de Bento, as intrigas do poder deixavam pouco espaço para o Espírito soprar. Mas Ele, teimoso, providente, sopra, onde e como quer...
    Não sei as razões de Bento XVI, mas imagino o sofrimento de Joseph Ratzinger. Por dez anos fui mero diretor de uma escola e pude experimentar as contradições do poder, mesmo em situação e espaço tão limitados. Imagine ser líder espiritual de mais de um bilhão de pessoas no mundo inteiro...
    Agora, passado o carnaval, a mídia poderá se debruçar sobre o espetáculo raro da escolha de um Papa. Teremos, com certeza, uma Quaresma espetacular. Especialistas vão opinar, especular, o público dará seus palpites. Os únicos que ficarão alheios a tudo serão os heróis confinados do Big Brother Brasil.
    Joseph Ratzinger estará confinado ao seu silêncio, mas ao revelar sua fragilidade em praça pública o papa Bento quebrou um pouco da sua imensa solidão. Até seus críticos mais ferozes ficaram, talvez, surpresos. Como alguém pode abrir mão, assim, de tanto poder?
    Quem sabe, um sopro do Espírito, nas entrelinhas das palavras de Bento, a sussurrar em nossos ouvidos, a nos chamar, cada vez mais, a ser uma Igreja mais povo e menos poder, mais mística e menos dogmática, mais fraterna e menos hierárquica, mais comunhão e menos solidão. Quem sabe...
    Hoje, eu que sou um católico que tenta todos os dias, cada vez mais, se converter ao cristianismo, rezo com Joseph Ratzinger, agora que Bento XVI é quase apenas História.

    Eduardo Machado
    12/02/2013
    Posted 6 days ago by Eduardo Machado edujmmachado@gmail.com

    Palavras do nosso Arcebispo Dom Walmor

    Investir na juventude
    28/09/2012




    A constatação óbvia de que o investimento nas novas gerações modifica cenários do presente e prepara o futuro aponta para uma necessidade urgente: é preciso investir nos jovens. A Jornada Mundial da Juventude, que acontece de 22 a 28 de julho de 2013 no Rio de Janeiro, é uma oportunidade singular para que toda a sociedade exercite essa convicção e adote como prioridade o desafio de investir na juventude.

    Nos próximos anos, o Brasil recebe eventos de grande importância cultural, esportiva, econômica e política. Em 2014, será realizada a Copa do Mundo e, em 2016, os Jogos Olímpicos. Estes eventos estão mobilizando governos e os mais diversos segmentos da sociedade. As exigências no âmbito da infraestrutura poderão deixar um legado interessante para a sociedade brasileira. Esses avanços requeridos podem resultar - é o que se espera, sobretudo quando se observa a situação econômica do Brasil no contexto mundial – na superação de carências que amargam a vida de tantos e de muitos modos. Particularmente, há de se pensar nas urgências e necessidades dos mais pobres e dos que são de modo tão desumano sacrificados por exclusões brutais.

    O Brasil não pode perder essa oportunidade para crescimentos e conquistas cidadãs. Nesse sentido, também é importante incluir, em lugar especial e com interesse particular, na agenda de grandes acontecimentos, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A importância desse evento é incontestável quando se considera, por exemplo, a magnitude da congregação de dois a três milhões de jovens, procedentes do mundo inteiro, na Cidade Maravilhosa, para uma semana de eventos, confraternização, espiritualidade e partilha. A juventude, razão de compromisso, prioridade de opção e força determinante nos rumos da sociedade, no presente e no futuro, é um tesouro que precisa de investimentos volumosos e determinantes.

    Nesse sentido a imprensa é muito importante. Com sua força própria, seu papel educativo e até regulador da sociedade, a imprensa precisa se juntar aos governos e todos os segmentos para apoiar efetivamente a Jornada Mundial da Juventude. A Igreja Católica do Brasil inteiro está em profunda sintonia com a Arquidiocese do Rio de Janeiro, anfitriã do evento. Ali se culminará um caminho missionário de forte mobilização da juventude, iniciado em setembro do ano passado, em São Paulo, com a peregrinação da Cruz da JMJ. Eventos, experiências e conquistas maravilhosas estão acontecendo pelo Brasil afora e, antes da Jornada Mundial da Juventude, haverá um momento especial de preparação em todo o país, em cada diocese: a Semana Missionária.

    A Arquidiocese de Belo Horizonte já se mobiliza para a realização deste evento, que deve reunir na capital mineira mais de 25 mil peregrinos do mundo inteiro. Todos os jovens de nossas comunidades de fé, suas famílias, já estão convidados a participar, especialmente com a oferta de suas casas para acolher peregrinos. Também será realizado em Belo Horizonte o Congresso Mundial de Universidades Católicas, que deverá reunir cinco mil participantes, entre universitários, professores e reitores. No coração desse evento, acontecerá a Feira Minas Sempre, valorizando e promovendo a cultura, gastronomia, patrimônio imaterial, religiosidade e tradições do povo mineiro.

    A opção preferencial pelos jovens na Igreja Católica é uma exigência para alcançar a meta de uma Igreja dos jovens e com os jovens, e destes na Igreja, desenhando com os valores do Evangelho um caminho seguro e de formação integral para a juventude. É hora de dar voz aos jovens, aos eventos e projetos que os envolvem. Torna-se inadiável um coro de Igrejas, governos, escolas e segmentos todos da sociedade para garantir e efetivar o compromisso de investir na juventude. As novas gerações representam um enorme potencial para o presente e o futuro da sociedade. A Igreja tem a tarefa de propor aos jovens o encontro com Jesus Cristo, alicerçando caminhos e desenhando horizontes para que eles estejam presentes em todos os espaços: na esfera política, na produção da cultura, na superação de reducionismos antropológicos, na reversão do quadro horrendo da dependência química, na conquista da educação e de oportunidades, na construção cidadã da sociedade. Apoiar a Jornada Mundial da Juventude é investir nos jovens. Não podemos perder esta oportunidade para abrir uma nova etapa da história.

    Dom Walmor Oliveira de Azevedo
    Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte

    Fonte: Arquidiocese de Belo Horizonte
    Marcadores: Artigo de Dom Walmor, Artigo sobre JMJ


    Retirado do blog da JAJ-BH; http://jajbh.blogspot.com/2012/09/palavras-de-dom-wamor-investir-na.html#ixzz2LMnRuExx

    terça-feira, 22 de maio de 2012

    http://www.plox.com.br/caderno/educa%C3%A7%C3%A3o/agress%C3%A3o-verbal-e-humilha%C3%A7%C3%A3o-s%C3%A3o-comuns-entre-jovens-casais

    Matéria interessante que encontrei com depoimento do Diretor do Colégio Santa Maria Floresta (Prof. João Bernardes).Mostrando que isso não pode e nem deve acontecer!

    terça-feira, 20 de março de 2012

    sábado, 11 de fevereiro de 2012

    Campanha da Fraternidade 2012 - Hino CF 2012 Oficial

    Campanha da Fraternidade 2012 - Hino CF 2012 Oficial

    CF 2012... Queridos alunos, assistam, pois vamos debater muito sobre esse tema tão importante para o nosso país!!! Um abraço... Prof. Mauro