Loading...

O homem cortês está certo de que o seu coração não será jamais uma ilha solitária. Francis Bacon

Cortês:Que tem ou denota cortesia; amável, delicado, gentil.

Amável:
De trato ameno; agradável.
Delicado:
Sensível, sutil.
Gentil:
Gracioso, delicado.
Civilidade:
Conjunto de formalidades observadas pelos cidadãos entre si em sinal de respeito mútuo e consideração.

Razões não faltam para se praticar a cortesia no cotidiano.

Prof. Mauro

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Acessem esse site para ver Belo Horizonte em um tour em 360˚ criado pelo governo brasileiro para apresentar o país para todos os visitantes.

http://www.braziltour360.com/pt/index.html#belohorizonte

Terço dos jovens na praça do Papa

Juventude do Papa! 

O Evento será realizado hoje, quinta-feira, dia 28/02, às 20 horas na Praça do Papa.

Não se esqueçam de levar velas, cartazes com mensagens de agradecimento e despedida do Papa Bento XVI!

Homenagem dos jovens belorizontinos ao Papa Bento XVI pelos relevantes trabalhos no pastoreio de nossa Amada Igreja... 

Urgências educativas


22/02/2013 - Notícias

Urgências educativas


Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Os cenários socioculturais, religiosos e políticos indicam permanentemente que é preciso reconhecer as urgências educativas como prioridades, para fazer diferença nas dinâmicas, funcionamentos e nas respostas de demandas inadiáveis. Estas respostas estratégicas e urgentes para o alcance de um novo cenário na infraestrutura e, particularmente, nas relações sociais e políticas, dependem de uma cultura com força de inspiração.
Princípios estratégicos e a inteligência da gestão não são suficientes para configurar o quadro novo que a sociedade brasileira, em se considerando o contexto socioeconômico propício, precisa – e sem mais adiamentos. Quando se analisa, por exemplo, a falta de mão de obra qualificada, torna-se mais visível o grande desafio que exige investimentos, formação técnica e articulações para inserir a população no contexto das dinâmicas e oportunidades de trabalho qualificado.
Mas também não bastam os investimentos na formação técnica de profissionais. Ao se pensar num horizonte de intocável respeito à cidadania de todos, é preciso avançar na infraestrutura global, que abrange moradia, transporte, saúde, entre outros setores. A sociedade não vai avançar, na velocidade esperada e exigida, no ritmo das mudanças e das demandas que surgem neste terceiro milênio, se não for reconhecido o permanente desafio de empreender uma grande obra educativa e cultural.
Nesse caminho, é preciso ir além das dinâmicas político-partidárias que, sozinhas, não garantem o avanço da sociedade, sobretudo no que se refere ao exercício da cidadania e necessidades da população. Com muita frequência, a exaltação partidária é uma atividade improdutiva e ultrapassada, particularmente quando se restringe a uma “ladainha”, com exaltação de feitos e de figuras. No mundo contemporâneo, não cabe mais esse tipo de prática. Basta pensar, por exemplo, o nível de socialização, participação e abordagem que o mundo digital proporciona, gerando uma cultura diferente, que dilui concepções piramidais de funcionamento nas relações políticas e sociais. E quando há um coro dos que insistem em permanecer nos velhos funcionamentos, as entidades e instâncias que abrigam esses atores caem no descrédito.
É importante consultar os índices de credibilidade de instituições, pois são indicadores para a reflexão sobre o conjunto de procedimentos que incluem a consideração da fidelidade aos princípios éticos, dinâmicas de funcionamento, atendimento com serviço qualificado e proximidade com o povo a partir de um diálogo corajoso. Discursos em eventos e efeitos produzidos apenas pela força da mídia não são suficientes para se colaborar na construção de um processo educativo e cultural necessário. Se o teor desta análise parece complexo, a referência é diretamente vinculada aos funcionamentos de uma sociedade que está exigindo da classe política maior coerência e competência, para ações mais rápidas e qualificadas.
Exigência que expõe, particularmente, o desafio de se alcançar mecanismos inteligentes de burocracias governamentais, também responsáveis pelos atrasos no desenvolvimento da sociedade. Um aspecto a se analisar, por exemplo, é o absurdo das demoras nos investimentos nas estradas. A morosidade alimenta o processo vergonhoso que produz um número de mortes equivalente ao de guerras.
A grande obra educativa e cultural, indispensável para avançarmos, supõe a participação de todos, investimentos acertados, empenho responsável de cada um. Sua influência determinante a faz ser, sempre, o ponto de partida, em tudo e para tudo, na compreensão de que é necessário deixar-nos guiar por uma imagem integral da pessoa, respeitando todas as dimensões do seu ser e subordinando as necessidades materiais àquelas espirituais e interiores. Uma obra educativa e cultural só é inesgotável quando assentada sobre valores morais e espirituais.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte
 

    terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

    Oração Inicial CAEC


    SÉTIMO ENCONTRO DAS ESCOLAS CATÓLICAS DE BH - CAEC
    23 de fevereiro de 2013


    Invocação ao Espírito Santo

    Vem Espírito Santo vem!
    Vem iluminar. (2x)

    Nossa Igreja vem,
    Iluminar.
    O nosso Papa vem,
    Iluminar.
    Nossas escolas vem,
    Iluminar.
    Os educadores vem,
    Iluminar.


    Vem Espírito Santo vem!
    Vem iluminar. (2x)

    Nossas famílias vem,
    Iluminar.
    Nossos jovens vem,
    Iluminar.
    Nossos trabalhos vem,
    Iluminar.
    Nossos projetos vem,
    Iluminar.

    Vem Espírito Santo vem!
    Vem iluminar. (2x)


    Evangelho do dia - Mt 5,43-48

    Naquele tempo Jesus disse aos seus discípulos:
    "Vocês ouviram o que foi dito: 'Ame o seu próximo e odeie o seu inimigo'. Mas eu digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem, para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos céus. Porque ele faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos. Se vocês amarem aqueles que os amam, que recompensa vocês receberão? Até os publicanos fazem isso! E, se saudarem apenas os seus irmãos, o que estarão fazendo de mais? Até os pagãos fazem isso! Portanto, sejam perfeitos como perfeito é o Pai celestial de vocês.
    Palavra da Salvação!

    Glória a Vós, Senhor!


    Bênção Final
    - O Senhor nos abençoe, nos guarde e nos proteja! De todo mal Ele nos livre e nos conceda a sua paz! Que Ele volte para nós o seu rosto misericordioso e nos conduza a vida eterna, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

    terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

    Texto do prof. Eduardo Machado sobre a renúncia do nosso Pontífice

    Solidão em praça pública


    A frase não é novidade: “o poder é solitário”. Eu acrescento: quanto mais poder mais solidão. E o poder absoluto, então, conduz à solidão absoluta. Talvez por isso Deus, por ser amor, mais que poder, quis ser três, para não ser solidão. É o sentimento que me vêm ao coração diante da notícia da renúncia de Bento XVI.
    A mídia, pega no pulo (de carnaval) rapidamente nos abasteceu de algumas informações e muita especulação. Sabemos, agora, que a renúncia papal é acontecimento raro na vida da Igreja, que a última foi há 600 anos. Sabemos como vai ser o conclave para a eleição do novo papa, quem vai participar e até os favoritos para vencer.
    Especula-se sobre as razões de Bento XVI. O comunicado lido por ele numa reunião com bispos é sucinto:

    "Caríssimos irmãos,

    Convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando.
    Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.
    Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração, vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus.
    Vaticano, 10 de Fevereiro de 2013.
    BENEDICTUS PP XVI".

    Tento rezar, para além das palavras que sublinhei, do cargo e dos títulos, os sentimentos de Joseph Ratzinger.
    Revejo a história do jovem que em meio ao terror nazista que assolava a sua Alemanha, escolheu ser padre. Num país vizinho, que seria um dos maiores alvos de Hitler e seus asseclas, a Polônia, outro jovem, Karol Wojtyla, na mesma época, fazia o mesmo caminho.
    Anos mais tarde a vida dos dois, que o horror da guerra poderia ter transformado em inimigos, em carrasco e vítima, se entrelaçaria de forma definitiva. O jovem polaco se viu papa e transformou o alemão em um de seus mais destacados assessores. Morto João Paulo II, o cardeal Ratzinger o sucede no trono de Pedro. Ambos experimentam imensa solidão...
    Penso comigo; para além do que me informa a mídia, o que sei de Joseph Ratzinger? Conversei com amigos que o conheceram pessoalmente, antes mesmo de ser bispo. Falaram-me de um homem decente, um intelectual respeitado, um servo dedicado à sua Igreja. Culto, gentil, educado, tímido, mas firme em suas ideias e convicções. De repente, seu nome está associado a crimes hediondos; teria sido nazista, acobertou padres pedófilos, puniu pensadores que queriam mais abertura na Igreja. Na geleia geral midiática, não se sabe em que labirinto da mentira pode haver uma fresta para se enxergar vislumbres de verdade.
    Mas imagino que, ao redor de Bento, as intrigas do poder deixavam pouco espaço para o Espírito soprar. Mas Ele, teimoso, providente, sopra, onde e como quer...
    Não sei as razões de Bento XVI, mas imagino o sofrimento de Joseph Ratzinger. Por dez anos fui mero diretor de uma escola e pude experimentar as contradições do poder, mesmo em situação e espaço tão limitados. Imagine ser líder espiritual de mais de um bilhão de pessoas no mundo inteiro...
    Agora, passado o carnaval, a mídia poderá se debruçar sobre o espetáculo raro da escolha de um Papa. Teremos, com certeza, uma Quaresma espetacular. Especialistas vão opinar, especular, o público dará seus palpites. Os únicos que ficarão alheios a tudo serão os heróis confinados do Big Brother Brasil.
    Joseph Ratzinger estará confinado ao seu silêncio, mas ao revelar sua fragilidade em praça pública o papa Bento quebrou um pouco da sua imensa solidão. Até seus críticos mais ferozes ficaram, talvez, surpresos. Como alguém pode abrir mão, assim, de tanto poder?
    Quem sabe, um sopro do Espírito, nas entrelinhas das palavras de Bento, a sussurrar em nossos ouvidos, a nos chamar, cada vez mais, a ser uma Igreja mais povo e menos poder, mais mística e menos dogmática, mais fraterna e menos hierárquica, mais comunhão e menos solidão. Quem sabe...
    Hoje, eu que sou um católico que tenta todos os dias, cada vez mais, se converter ao cristianismo, rezo com Joseph Ratzinger, agora que Bento XVI é quase apenas História.

    Eduardo Machado
    12/02/2013
    Posted 6 days ago by Eduardo Machado edujmmachado@gmail.com

    Palavras do nosso Arcebispo Dom Walmor

    Investir na juventude
    28/09/2012




    A constatação óbvia de que o investimento nas novas gerações modifica cenários do presente e prepara o futuro aponta para uma necessidade urgente: é preciso investir nos jovens. A Jornada Mundial da Juventude, que acontece de 22 a 28 de julho de 2013 no Rio de Janeiro, é uma oportunidade singular para que toda a sociedade exercite essa convicção e adote como prioridade o desafio de investir na juventude.

    Nos próximos anos, o Brasil recebe eventos de grande importância cultural, esportiva, econômica e política. Em 2014, será realizada a Copa do Mundo e, em 2016, os Jogos Olímpicos. Estes eventos estão mobilizando governos e os mais diversos segmentos da sociedade. As exigências no âmbito da infraestrutura poderão deixar um legado interessante para a sociedade brasileira. Esses avanços requeridos podem resultar - é o que se espera, sobretudo quando se observa a situação econômica do Brasil no contexto mundial – na superação de carências que amargam a vida de tantos e de muitos modos. Particularmente, há de se pensar nas urgências e necessidades dos mais pobres e dos que são de modo tão desumano sacrificados por exclusões brutais.

    O Brasil não pode perder essa oportunidade para crescimentos e conquistas cidadãs. Nesse sentido, também é importante incluir, em lugar especial e com interesse particular, na agenda de grandes acontecimentos, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A importância desse evento é incontestável quando se considera, por exemplo, a magnitude da congregação de dois a três milhões de jovens, procedentes do mundo inteiro, na Cidade Maravilhosa, para uma semana de eventos, confraternização, espiritualidade e partilha. A juventude, razão de compromisso, prioridade de opção e força determinante nos rumos da sociedade, no presente e no futuro, é um tesouro que precisa de investimentos volumosos e determinantes.

    Nesse sentido a imprensa é muito importante. Com sua força própria, seu papel educativo e até regulador da sociedade, a imprensa precisa se juntar aos governos e todos os segmentos para apoiar efetivamente a Jornada Mundial da Juventude. A Igreja Católica do Brasil inteiro está em profunda sintonia com a Arquidiocese do Rio de Janeiro, anfitriã do evento. Ali se culminará um caminho missionário de forte mobilização da juventude, iniciado em setembro do ano passado, em São Paulo, com a peregrinação da Cruz da JMJ. Eventos, experiências e conquistas maravilhosas estão acontecendo pelo Brasil afora e, antes da Jornada Mundial da Juventude, haverá um momento especial de preparação em todo o país, em cada diocese: a Semana Missionária.

    A Arquidiocese de Belo Horizonte já se mobiliza para a realização deste evento, que deve reunir na capital mineira mais de 25 mil peregrinos do mundo inteiro. Todos os jovens de nossas comunidades de fé, suas famílias, já estão convidados a participar, especialmente com a oferta de suas casas para acolher peregrinos. Também será realizado em Belo Horizonte o Congresso Mundial de Universidades Católicas, que deverá reunir cinco mil participantes, entre universitários, professores e reitores. No coração desse evento, acontecerá a Feira Minas Sempre, valorizando e promovendo a cultura, gastronomia, patrimônio imaterial, religiosidade e tradições do povo mineiro.

    A opção preferencial pelos jovens na Igreja Católica é uma exigência para alcançar a meta de uma Igreja dos jovens e com os jovens, e destes na Igreja, desenhando com os valores do Evangelho um caminho seguro e de formação integral para a juventude. É hora de dar voz aos jovens, aos eventos e projetos que os envolvem. Torna-se inadiável um coro de Igrejas, governos, escolas e segmentos todos da sociedade para garantir e efetivar o compromisso de investir na juventude. As novas gerações representam um enorme potencial para o presente e o futuro da sociedade. A Igreja tem a tarefa de propor aos jovens o encontro com Jesus Cristo, alicerçando caminhos e desenhando horizontes para que eles estejam presentes em todos os espaços: na esfera política, na produção da cultura, na superação de reducionismos antropológicos, na reversão do quadro horrendo da dependência química, na conquista da educação e de oportunidades, na construção cidadã da sociedade. Apoiar a Jornada Mundial da Juventude é investir nos jovens. Não podemos perder esta oportunidade para abrir uma nova etapa da história.

    Dom Walmor Oliveira de Azevedo
    Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte

    Fonte: Arquidiocese de Belo Horizonte
    Marcadores: Artigo de Dom Walmor, Artigo sobre JMJ


    Retirado do blog da JAJ-BH; http://jajbh.blogspot.com/2012/09/palavras-de-dom-wamor-investir-na.html#ixzz2LMnRuExx